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Atualizado às: 08 de agosto, 2006 - 13h42 GMT (10h42 Brasília)
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Premiê de Israel diz que vai estudar proposta do Líbano
Primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert
Israel teme que uma retirada possa reforçar o Hezbollah
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, disse que Israel vai analisar a proposta do governo do Líbano de envio de 15 mil soldados para a área de conflito.

Em entrevista coletiva, Olmert afirmou que a oferta libanesa é interessante, mas que o governo teria de analisar se ela é viável.

O governo do Líbano ofereceu enviar as tropas para o sul do país, onde o Exército israelense está em conflito com as forças do grupo radical xiita Hezbollah. Como condição, o Líbano exige a retirada israelense.

Israel teme que, caso retire suas tropas do Líbano, o Hezbollah volte a dominar a região.

Nações Unidas

Representantes diplomáticos nas Nações Unidas tentam nesta terça-feira chegar a um acordo para a aprovação de uma resolução para pedir o fim das hostilidades no Oriente Médio.

Espera-se que a proposta possa ser votada ainda nesta terça-feira.

Uma delegação da Liga Árabe viajou na segunda-feira a Nova York para participar das discussões no Conselho de Segurança e pressionar para que a possível resolução peça um cessar-fogo imediato e a retirada das forças israelenses do sul do Líbano.

Na semana passada, o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, havia dito que a suspensão da ofensiva israelense contra o grupo militante Hezbollah dependia da chegada de uma força internacional de paz à região.

O texto atualmente em discussão na ONU, elaborado por França e Estados Unidos, pede o "fim das hostilidades" e abre caminho para uma segunda resolução, que criaria uma força de paz internacional no sul do Líbano.

Os Estados Unidos e a França desejam que a proposta seja votada logo, para que o plano não naufrague.

Membros do governo israelense se disseram amplamente satisfeitos com a proposta de resolução.

Mas o ministro da Defesa israelense, Amir Peretz, disse que Israel aumentará sua ofensiva contra os pontos de lançamento de mísseis do Hezbollah se o processo diplomático não tiver sucesso.

Mais de 900 libaneses, em sua maioria civis, já foram mortos desde o início do conflito. Do lado israelense, os mortos são mais de 90 – soldados em sua maioria.

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