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Atualizado às: 01 de agosto, 2006 - 01h16 GMT (22h16 Brasília)
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Israel decide ampliar a ofensiva no sul do Líbano
Ehud Olmert
Olmert afirmou que ataques vão continuar até 'eliminar o terror'
O gabinete de Israel decidiu por unanimidade ampliar a ofensiva contra o Hezbollah no sul do Líbano, de acordo com fonte do governo do país.

Ainda não há detalhes sobre o plano, mas o correspondente da BBC em Jerusalém, acredita-se que isso possa significar uma penetração israelense mais distante em território libanês.

A decisão foi tomada em reunião a portas fechadas.

O governo de Israel também pretende convocar milhares de reservistas, de acordo com a rádio israelense.

Mais cedo, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, descartou um cessar-fogo imediato, dizendo que Israel vai prosseguir com sua ofensiva pelo tempo em que a segurança do país estiver ameaçada.

"Estamos determinados a vencer este conflito. Não desistiremos do nosso objetivo de vivermos livres do terror", afirmou Olmert.

Na segunda-feira, Israel concordou em suspender seus ataques por 48 horas para permitir uma investigação sobre os bombardeios ao vilarejo de Qana, onde 54 civis morreram.

De acordo com uma fonte, o bombardeio israelense ao Líbano vai ser retomado "com força total" depois que expirar o prazo de 48 horas.

Mas menos de um dia depois do acordo, aviões israelenses bombardearam partes do sul do Líbano.

As autoridades israelenses disseram que essa foi uma resposta a ataques do Hezbollah.

Pressão

Por causa das pressões americanas depois da operação israelense, o governo de Olmert chegou a decretar uma trégua de 48 horas para os bombardeios aéreos.

Ainda nesta segunda-feira, em uma mensagem ao povo libanês, Olmert disse que Israel "lamenta a dor causada", mas disse que não iria se desculpar pela operação militar contra o Hezbollah.

"Cidadãos do Líbano, lamentamos a dor que lhes causamos, e o fato de que vocês tiveram de deixar as suas casas e também as mortes de inocentes", disse o primeiro-ministro.

"Mas não vamos nos desculpar diante daqueles que puseram um ponto de interrogação no direito de existir de Israel", concluiu.

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