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Operação de Israel na Faixa de Gaza deixa dois mortos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma operação do Exército de Israel nas proximidades de Beit Hanoun, no norte da Faixa de Gaza, deixou dois palestinos mortos nesta segunda-feira. A área visada no último ataque israelense costuma ser usada por militantes para disparar mísseis contra Israel. Os combates começaram depois que o ministério do Exterior palestino na Cidade de Gaza foi bombardeado pela segunda vez nesta semana. Em um episódio isolado, na Cisjordânia, um soldado israelense foi morto e seis ficaram feridos depois de cair em uma emboscada armada por militantes palestinos. A Brigada dos Mártires de al-Aqsa, associada ao partido Fatah, do líder palestino Mahmoud Abbas, assumiu a autoria do atentado. A ofensiva israelense contra a Faixa de Gaza começou há três semanas, depois que o soldado Gilad Shalit foi capturado por militantes do Hamas. De acordo com o governo israelense, o objetivo das operações é a libertação do militar e a interrupção dos lançamentos de mísseis contra o território de Israel. Mais feridos A região norte da Faixa de Gaza, no entanto, não vinha sendo visada por Israel desde o dia 7 de julho, mas voltou a ser atacada no domingo e nesta segunda-feira. Os ataques a míssil contra Israel continuaram nos últimos dez dias. Na cidade israelense de Sderot, quatro pessoas foram feridas por um projétil. Na madrugada desta segunda-feira, aviões israelenses lançaram bombas sobre o ministério do Exterior palestino, praticamente destruindo o que ainda restava de pé do prédio, que já havia sido atacado na quinta-feira. Na hora do ataque, ninguém estava no edifício, mas as equipes de resgate afirmaram que nove pessoas que moravam em prédios vizinhos ao ministério ficaram feridas. De acordo com o governo israelense, o ministério foi atacado porque está sob a responsabilidade de um dos líderes do movimento Hamas, o ministro do Exterior Mahmoud Zahhar, acusado de planejar ataques terroristas. Zahhar classificou o primeiro ataque ao prédio em que trabalhava como um "crime israelense". |
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