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Israel 'amplia ofensiva' na Faixa de Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel lançou uma nova ofensiva perto da Cidade de Gaza neste sábado, como parte de uma incursão iniciada após a captura, há duas semanas, de um soldado israelense, disseram autoridades palestinas. Tropas israelenses, com apoio de helicópteros, teriam entrado em confronto com militantes palestinos armados nas proximidades de Karni, onde fica um reduto da organização militante palestina Hamas. Há notícia de que um palestino morreu. Forças israelenses entraram na Cidade de Gaza pelo leste, afirmam fontes palestinas. Um porta-voz do Exército israelense disse à agência de notícias Reuters que houve troca de fogo, mas esta não representou uma ofensiva em larga escala. 'Força desproporcional' A União Européia (UE) e a Organização das Nações Unidas (ONU) acusaram Israel de usar força desproporcional na Faixa de Gaza. O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e pediu ao país para suspender imediatamente sua ação militar na região. Ele também apelou aos militantes palestinos que parem de lançar mísseis em Israel e libertem o soldado Gilad Shalit. Cerca de 30 palestinos, inclusive civis, e um soldado israelense morreram em choques nos últimos dias. Em suas primeiras declarações sobre a situação de Shalit, o governo do partido Hamas disse que ele está sendo tratado com humanidade. Prisioneiros Uma nota oficial do Hamas indicou que o grupo está adotando uma postura mais flexível em relação a suas exigências para a libertação de Shalit. O Hamas pediu a Israel que liberte mulheres e menores palestinos mantidos em suas prisões. Anteriormente, era exigida a soltura de mais mil prisioneiros, inclusive de proeminentes líderes de militantes. Na sexta-feira, Israel enviou sinais conflitantes sobre uma possível libertação de detentos. O ministro da Segurança Pública, Avi Dichter, disse que Israel "sabe como fazer uma libertação de prisioneiros como um gesto de boa vontade". Mas um outro ministro, Roni Bar-On, próximo ao premiê Ehud Olmert, declarou que a posição israelense não mudou: "Nós nos recusamos a negociar com o Hamas e os prisioneiros (palestinos) não serão libertados." Esta é a maior operação militar de Israel desde a retirada da Faixa de Gaza no ano passado. |
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