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Israel vai manter ofensiva em Gaza, diz premiê | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert declarou nesta terça-feira que Israel manterá a ofensiva na Faixa de Gaza. Falando logo depois do final do prazo dado pelos militantes para a libertação de prisioneiros palestinos das prisões israelenses, Olmert afirmou que os seqüestradores não deixarão o país “de joelhos”. O premiê também pediu “paciência” no processo de resgate de Gilad Shalit, capturado após um ataque a um posto do Exército israelense no último dia 25. O primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniya, que teve seus escritórios destruídos por ataques israelenses, fez um apelo para que os seqüestradores tratem bem o soldado. “Estamos pedindo para que o soldado capturado seja mantido vivo e bem tratado”, disse. Avi Pazner, porta-voz do governo israelense, declarou a uma emissora de TV francesa que as informações que eles dispunham davam conta de que Shalit estava ferido, mas vivo, tendo recebido cuidados de um médico palestino. “Guerra Longa” Olmert concedeu entrevista em visita à cidade fronteiriça de Sderot, comumente alvejada por ataques de foguetes disparados por militantes palestinos. “Esta será uma guerra longa. Precisaremos ter paciência e cautela. Temos de saber a hora de nos conter e a hora de dar o golpe de misericórdia”, disse o líder israelense. “Determinei a manutenção dos ataques a terroristas, àqueles que os ajudam e àqueles que lhes dão ordens”. O correspondente da BBC em Jerusalém disse que as palavras de Olmert são uma ameaça clara, não somente às facções armadas do Hamas, mas também aos seus líderes políticos. Punição coletiva As Brigadas Izzedine al-Qassam e o Comitê de Resistência Popular, ambas facções radicais do Hamas e o Exército Islâmico alegam estar em poder de Gilad Shalit. Anteriormente, um dos grupos que assumiu a responsabilidade do seqüestro, disse que não mataria Shalit, mas um porta-voz do grupo Exército Islâmico, disse que não haveria mais negociação ou informações sobre Shalit, Organizações internacionais pediram aos militantes que libertem Shalit e pediram a Israel que tenha cautela. O governo suíço acusou Israel de inflingir “punição coletiva” aos palestinos. |
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