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Israel entra em choque com militantes em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados israelenses entraram em choques com militantes palestinos pouco depois de cruzar a fronteira no sul da Faixa de Gaza, neste sábado. Veículos militares israelenses entraram no território perto da cidade de Khan Younis por volta do meio-dia, hora local, e foram recebidos a tiros pelos militantes, num dos piores choques desde o início da recente crise. As forças israelenses já estavam no sul da Gaza, aumentando a pressão pela libertação de um soldado israelense seqüestrado por militantes palestinos no último domingo. O presidente americano, George W. Bush, pediu que os militantes libertem o soldado Gilad Shalit. Israel já rejeitou as condições impostas para obter informações ou a libertação do soldado, seqüestrado durante um ataque contra um posto militar na fronteira com a Faixa de Gaza, no qual morreram outros dois soldados e um militante. Os três grupos suspeitos de manter o refém exigem a libertação de 1.000 prisioneiros palestinos detidos em prisões israelenses, e o fim das ofensivas militares. Um grande contingente israelense permanece estacionado na fronteira norte da Faixa de Gaza, enquanto mediadores continuam tentando buscar uma solução diplomática. Tanques e escavadeiras Não há registros de mortos nos choques deste sábado. Uma pequena frota de tanques e escavadeiras cruzou a fronteira no que os israelenses vêem como uma operação limitada, e foi atacada depois de percorrer poucas centenas de metros. Há informações de que uma escavadeira foi atingida por uma granada. Segundo a agência de notícias France Presse, os israelenses responderam ao fogo com artilharia e helicópteros militares. Bush O presidente Bush disse que a libertação do soldado é essencial para pôr fim à crise, na qual forças israelenses já destruíram pontes e locais considerados suspeitos na Faixa de Gaza, além da única central elétrica do território. A declaração teria sido feita durante uma conversa telefônica com o primeiro-ministro da Turquia, Tayyip Erdogan. O chefe do Serviço de Inteligência egípcio, Omar Suliman, ia chegar à região neste sábado para se reunir com os dois lados. O presidente palestino, Mahmoud Abbas, cujo partido Fatah perdeu as eleições gerais para o Hamas, em janeiro, aparentemente acusou o Hamas de não conseguir apresentar uma frente unida para as negociações. "A liderança política do Hamas fora de Gaza está dizendo que a decisão está nas mãos de seu braço armado... enquanto o braço armado diz que a decisão está nas mãos da liderança política fora de Gaza", teria dito ele, segundo a agência de notícias Associated Press. |
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