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Exército de Israel chega ao centro da Faixa de Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Soldados israelenses e veículos blindados cruzaram a fronteira e chegaram à região central da Faixa de Gaza estendendo a ofensiva no território palestino. Os soldados avançaram em áreas de fazendas a leste de Khan Younis, segundo o correspondente da BBC na Faixa de Gaza Alan Johnston. O correspondente afirma que os soldados avançaram apenas algumas centenas de metros. As forças israelenses já entraram em áreas do norte e do sul da Faixa de Gaza. Pouco depois de avançar para o centro da Faixa de Gaza, cinco pessoas foram mortas e 15 ficaram feridas em um ataque aéreo na Cidade de Gaza, contra a casa de um importante integrante do Hamas. A grande operação visa libertar um soldado israelense capturado por palestinos e também paralisar com os ataques com foguetes contra Israel. Ataque A casa de três andares do integrante do Hamas, no bairro de Sheikh Redwan ao norte da Cidade de Gaza, foi completamente destruída no ataque aéreo israelense. Os ataques aéreos israelenses contra alvos do Hamas são freqüentes, mas o último ataque aéreo em Gaza com a força necessária para demolir um prédio inteiro ocorreu há cerca de três anos, segundo o correspondente da BBC na região. Entre os mortos no ataque aéreo, que ainda precisam ser identificados, estariam crianças. O Exército de Israel afirma que o ataque visava evitar ataques de palestinos contra alvos israelenses. Fontes palestinas afirmam que um segundo ataque aéreo teria ocorrido na Cidade de Gaza atingindo um carro e deixando três pessoas feridas. Negociações A ofensiva de duas semanas deixou mais de 50 palestinos mortos, a maioria militante. Mas civis também morreram durante ataques aéreos israelenses. Um soldado israelense foi morto durante os confrontos. O soldado israelense Gilad Shalit foi capturado por militantes palestinos durante uma operação em um posto de fronteira israelense no dia 25 de junho. Os militantes, junto com o líder exilado do Hamas Khaled Meshaal, afirmam que Shalit será libertado depois da libertação de prisioneiros palestinos mantidos prisões israelenses. O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, descartou negociações com o governo palestino liderado pelo Hamas, afirmando que o grupo militante é um "uma organização terrorista". Crise Fontes israelenses afirmaram que Ehud Olmert e o ministro da Defesa Amir Peretz deram permissão para incursões "mais profundas" na Faixa de Gaza na terça-feira. Existe o temor de que a operação militar pode desencadear uma crise na Faixa de Gaza, que já está enfrentando problemas devido ao embargo dos países ocidentais contra o governo liderado pela Hamas, que é visto por estes países como uma organização terrorista. Informações da imprensa israelense afirmam que o estoque de mercadorias essenciais como farinha e óleo de cozinha deve se esgotar dentro de alguns dias a não ser que Israel abra as fronteiras e permita o transporte de mercadorias. Israel retirou colonos e soldados da Faixa de Gaza em setembro de 2005 depois de 38 anos na região, mas manteve o controle do espaço aéreo e da maior parte da fronteira. |
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