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Atualizado às: 13 de julho, 2006 - 16h47 GMT (13h47 Brasília)
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Líbano pede cessar-fogo com Israel
Tanque israelense na fronteira com o Líbano
Incursão no sul do Líbano é a primeira desde 2000
Ministros libaneses pediram um cessar-fogo com Israel nesta quinta-feira, dizendo que devem ser usados todos os meios para acabar com a "agressão aberta" contra o seu país.

Aumentam os pedidos internacionais para moderação - Rússia, França e União Européia disseram que a resposta de Israel à captura de dois soldados israelenses é desproporcional.

Jatos israelenses bombardearam a principal base aérea libanesa no Vale de Bekaa.

Israel está impondo um bloqueio aéreo e naval ao Líbano depois da captura dos soldados pelo Hezbollah.

Navios de guerra israelenses bloquearam portos libaneses e o único aeroporto internacional do país foi fechado depois de bombardeado por Israel.

Ataques a alvos no sul do Líbano mataram pelo menos 48 pessoas, a maioria civis.
Entre as vítimas estavam quatro brasileiros.

Nos ataques do Hezbollah contra Israel, um civil israelense foi morto.

Em ambos os lados da fronteira, pessoas fogem dos combates.

O porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que Israel está respondendo a "um ato de agressão não provocado" por parte do Líbano.

A operação ocorre em um momento em que Israel conduz uma ofensiva separada na Faixa de Gaza. Um soldado israelense foi capturado na região no mês passado.

'Catástrofe'

Os dois soldados israelenses capturados pelo Hezbollah são Ehud Goldwasser e Eldad Regev.

A ministra de Assuntos Sociais do Líbano, Naila Mouawad, disse que ambos deveriam ser devolvidos a Israel.

Mouawad disse que o governo não está ciente da operação do Hezbollah e que não a apóia.

Para a ministra, no entanto, isto não justifica as ações de Israel.

"Nós achamos que a resposta israelense é muito dura com o povo do Líbano, que foi tomado como refém", afirmou.

Segundo ela, o Líbano vive uma catástrofe, mas o governo não pode desarmar o Hezbollah à força.

O Hezbollah disse que os soldados capturados não serão devolvidos sem um acordo para a libertação de prisioneiros palestinos, libaneses e outros árabes de prisões israelenses.

A União Européia afirmou que deve enviar o seu representante de política externa, Javier Solana, para a região, e a Liga Árabe disse que vai discutir a crise no sábado.

O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, qualificou o Hezbollah como um "grupo de terroristas que querem impedir a chegada da paz".

Bush afirmou que Israel tem o direito de se defender, mas que sua ação não deve enfraquecer o governo libanês.

Soldados libanesesIsrael e Líbano
Governos europeus condenam escalada da violência.
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Violência deve crescer com novas capturas pelo Hezbollah.
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