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Premiê palestino pede intervenção internacional em Gaza | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro palestino, Ismail Haniya, pediu intervenção internacional para por fim à ofensiva israelense na Faixa de Gaza. O apelo foi feito depois que 22 palestinos e um israelense morreram no pior dia de violência desde que Israel invadiu a Faixa de Gaza para libertar um soldado capturado. Dentre os mortos em ataques aéreos e pesados combates há vários militantes, mas também há vítimas civis. As operações de Israel são as maiores desde a retirada de suas tropas da Faixa de Gaza no ano passado. 'Crime contra a humanidade' Haniya, que pertence ao partido militante islâmico Hamas, qualificou a ofensiva como um "crime contra a humanidade". Segundo ele, o avanço israelense é "um esforço desesperado para minar o governo palestino sob o pretexto de procurar um soldado desaparecido". A ofensiva israelense começou no sul da Faixa de Gaza, em uma tentativa de libertar Gilad Shalit, capturado por militantes. Mas soldados e tanques entraram no norte do território depois de ataques com mísseis em uma cidade israelense a cerca de 12 quilômetros da fronteira com a Faixa de Gaza. Autoridades israelenses negaram ter planos para reocupar a Faixa de Gaza. Prisões Há informações de que a polícia israelense deteve cinco integrantes proeminentes do Hamas em Jerusalém que, segundo policiais, vinham ajudando parlamentares do Hamas a realizarem atividades partidárias na cidade. Em Nova York, o Conselho de Segurança das Nações Unidas debateu um esboço de resolução exigindo a retirada imediata das tropas israelenses da Faixa de Gaza e a libertação dos políticos palestinos. O esboço foi apresentado pelo Catar, em nome do Grupo Árabe nas Nações Unidas, mas, aparentemente está condenado ao fracasso por causa da oposição dos Estados Unidos, um membro permanente do Conselho de Segurança com direito a veto. O esboço não menciona ataques com mísseis palestinos e nem a captura de Shalit, e o embaixador americano nas Nações Unidas, John Bolton, disse que o documento "não é imparcial". |
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