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Israel bombardeia Ministério do Interior palestino | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Aviões israelenses atacaram o prédio do Ministério do Interior palestino na Faixa de Gaza e outros alvos, na mais recente ação militar para pressionar o governo liderado pelo Hamas a libertar um soldado israelense seqüestrado por militantes palestinos no domingo. Notícias sugerem ainda que militantes palestinos se chocaram com forças especiais israelenses no norte da Faixa de Gaza, embora Israel negue ter tropas no local. Israel afirma que atingiu uma fábrica de armas secretas na Faixa de Gaza. Campos de treinamento de militantes e uma instalação de fornecimento de energia elétrica também teriam sido bombardeados, assim como os escritórios usados por representantes das facções Hamas e Fatah. 'Leis humanitárias' O coordenador de ajuda de emergência da Organização das Nações Unidas (ONU), Jan Egeland, condenou a destruição da principal central de distribuição de energia elétrica da Faixa de Gaza na terça-feira, dizendo se tratar de uma violação de leis humanitárias. Egeland afirmou que a Faixa de Gaza enfrenta uma crise humana iminente e pediu que Israel restaure o fornecimento de energia e combustível necessário para operar o sistema de água e esgoto da região. Mais cedo, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pediu a Israel que evite qualquer ação que agrave as dificuldades do povo palestino. Israel também deteve um terço do gabinete palestino e mais de 20 membros do Parlamento, em operações realizadas na manhã de quinta-feira na Cisjordânia. Mas as autoridades israelenses insistem que a detenção não se constitua em um elemento de barganha na crise. Mediação egípcia Notícias provenientes do Egito dão conta de que houve progressos nas conversações entre os mediadores egípcios e militantes palestinos que capturaram o soldado israelense Gilad Shalit. Em entrevista ao jornal Al-Ahram, o presidente do Egito, Hosni Mubarak, disse que ainda não se chegou a nenhum acordo com Israel. O governo israelense vem insistindo que a libertação do soldado deve ser incondicional. Os militantes exigem a libertação de mulheres e menores palestinos em prisões israelenses. |
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