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Atualizado às: 28 de junho, 2006 - 02h54 GMT (23h54 Brasília)
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Israel lança ofensiva militar na Faixa de Gaza
Ponte destruída na Faixa de Gaza
Uma das pontes destruídas por Israel na Faixa de Gaza.
O Exército de Israel iniciou um ofensiva no sul da Faixa de Gaza para tentar obter a libertação de um soldado israelense seqüestrado.

A incursão, nesta quarta-feira, ocorreu poucas horas depois que aviões israelenses bombardearam pontes e uma usina de energia elétrica em Gaza, o que deixou uma vasta área às escuras.

O soldado Gilad Shalit foi seqüestrado por militantes palestinos durante um ataque a um posto militar israelense perto da Faixa de Gaza no domingo, que causou a morte de dois outros soldados de Israel.

Israel advertiu para um ataque militar maciço se Shalit não fosse libertado e concentrou tanques ao longo da fronteira.

Não se sabe quantos soldados participam desta operação, lançada de Kerem Shalom.

Esta grande incursão ocorre menos de um ano depois que Israel retirou suas tropas e milhares de colonos de Gaza, ocupada desde 1967.

Foguetes

Desde a retirada, em setembro de 2005, o Exército israelense abre fogo regularmente em alvos na Faixa de Gaza, em uma tentativa de acabar com o lançamento de foguetes em Israel, por parte de militantes palestinos.

Vários militantes e civis palestinos foram mortos nesses ataques localizados.

As forças israelenses assumiram posições perto da cidade de Rafah, pouco depois de passarem pelo aeroporto internacional de Gaza, que está desativado.

De acordo com o correspondente da BBC na Faixa de Gaza, Alan Johnston, o objetivo dos soldados parece ser bem definido - eles não entraram em Rafah e estão acampados em uma área agrícola no subúrbio da cidade.

Uma porta-voz militar israelense disse que os soldados estão planejando montar postos de observação, e que não encontraram nenhuma resistência de palestinos.

Em antecipação à incursão israelense, militantes palestinos ergueram barricadas e prepararam esconderijos e posições para emboscadas.

O governo israelense rejeitou exigências de militantes para a libertação de mulheres e menores detidos em prisões israelenses em troca de informações sobre Shalit.

Facções

Mais cedo na terça-feira, as principais facções rivais palestinas, Hamas e Fatah, emitiram um documento definindo uma plataforma política comum.

Como parte do acordo, o Hamas disse que aceitaria um Estado palestino na Cisjordânia e Faixa de Gaza, embora se recuse a reconhecer a legitimidade de Israel.

O governo do Hamas também autorizou o líder da Fatah e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, a conduzir negociações com Israel.

Um representante da Fatah disse que o objetivo do acordo é apresentar uma frente unida em conversações.

O Editor da BBC para Oriente Médio, Jeremy Bowen, disse que não há muitas indicações no documento sobre um acordo de paz no longo-prazo com Israel.

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