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É preciso fazer mais para vencer Al-Qaeda, diz Bush | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, elogiou o papel do Paquistão na guerra contra o terrorismo, mas disse que mais precisa ser feito para derrotar Al-Qaeda. Bush, que chegou a Islamabad na sexta-feira à noite, reafirmou a "parceria estratégica ampla e duradoura" com o Paquistão. Falando em entrevista coletiva depois de encontro com o presidente do Paquistão, Pervez Musharraf, Bush disse ainda que acredita que o futuro do Paquistão está na democracia. Musharraf, por sua vez, disse que esperava uma nova era de cooperação entre seu país e os Estados Unidos. 'Sem recuo' Bush elogiou Musharraf por sua "decisão ousada" de lutar contra o terrorismo depois dos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Segundo Bush, o presidente do Paquistão "entende o que está em jogo, entende a responsabilidade, a necessidade de garantir a estratégia capaz de derrotar o inimigo". Mas, de acordo com o presidente americano, mais precisa ser feito para derrotar Al-Qaeda. A melhor maneira de conseguir isso, disse ele, é "compartilhar a boa inteligência, localizá-los (Al-Qaeda) e, então, preparar-se para levá-los à Justiça". Ele disse que nem os Estados Unidos e nem o Paquistão "recuariam diante desses assassinos", acrescentando: "Vamos vencer juntos essa guerra". 'Essência da democracia' Bush disse que grande parte de suas discussões com o general Musharraf foram sobre reformas democráticas. Ele disse acreditar que "a democracia é o futuro do Paquistão". "O presidente Musharraf entende que a longo prazo a maneira de derrotar o terrorismo é substituir uma ideologia de ódio com uma ideologia de esperança", disse. Segundo o presidente americano, as eleições presidenciais no Paquistão marcadas para 2007 são uma grande oportunidade, acrescentando que elas precisam ser abertas e honestas. O general Musharraf, que assumiu o poder em um golpe sem sangue em 1999, reconheceu que seu posto e uniforme militares ainda são um tema que precisa ser tratado. No entanto, ele argumentou ser o responsável por levar ao Paquistão o que ele chamou de essência da democracia. |
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