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Sharon tem leve melhora, dizem médicos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A última tomografia do primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, mostrou uma pequena melhora, mas a situação dele continua crítica, segundo Shlomo Mor-Yosef, diretor do hospital Hadassah, em que Sharon está internado em Jerusalém desde quarta-feira. O diretor do hospital disse que a tomografia mostrou pequena redução no edema do cérebro, o que indica situação crítica, porém estável. Mor-Yosef disse também que outros sinais vitais de Sharon, incluindo pressão arterial e pulso, estão dentro dos limites normais. Os médicos que estão tratando do premiê israelense devem se reunir no domingo para discutir quais os novos passos e quando ele será retirado do coma induzido para examinar o seu cérebro em funcionamento. "Teremos condições de dizer alguma coisa sobre o significado dessa melhora só quando reduzirmos levemente a profundidade da anestesia, o que faremos nos próximos dias", disse o médico. Expectativa Segundo Mor-Yosef, qualquer dano que Sharon possa ter sofrido não poderá ser avaliado até que ele seja retirado do coma induzido. O vice-primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, assumiu o cargo de primeiro-ministro interinamente. As eleições gerais em Israel vão ser realizadas em 28 de março, como tinha sido planejado. Segundo o correspondente da BBC em Jerusalém James Reynolds, é muito pequena a expectativa de que Sharon possa ter uma recuperação significativa. Correspondentes afirmam que assistentes de Sharon trabalham com a premissa de que ele não será capaz de retornar ao trabalho. A imprensa e os círculos políticos também especulam que, mesmo que Sharon se recupere, ele não deve continuar a governar o país. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, cancelou uma viagem de seis dias para a Indonésia e Austrália em meio a preocupações com o estado de saúde de Sharon. Rice deve fazer parte da delegação de alto nível, possivelmente incluindo o presidente americano, George W. Bush, que iria para Israel se Sharon morrer, segundo o correspondente da BBC em Washington, Jonathan Beale. Keith Dayton, recém-nomeado delegado de segurança dos Estados Unidos para o Oriente Médio, já retornou para a região para conversas com autoridades israelenses e palestinas. |
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