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Helicóptero de resgate dos EUA 'é atacado' no Paquistão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Militares americanos disseram que um de seus helicópteros que presta ajuda às vítimas do terremoto no sul da Ásia foi atacado com uma granada quando sobrevoava a região da Caxemira administrada pelo Paquistão. Porta-vozes americanos disseram que o helicóptero CH-47 Chinook voava perto da cidade de Chakothi quando ocorreu o incidente, no início da tarde desta terça-feira, hora local. Autoridades paquistanesas, no entanto, disseram que os militares podem ter se confundido, já que estavam sendo realizadas explosões no local para a limpeza de minas terrestres. As autoridades disseram ainda que o incidente não vai afetar as operações dos Estados Unidos, que têm mais de 20 helicópteros distribuindo ajuda na região. O helicóptero voltou para a base em segurança, e o incidente está sendo investigado. Ajuda Chakothi fica a cerca de dez quilômetros da Linha de Controle, que divide a Caxemira administrada pelo Paquistão da Caxemira administrada pela Índia. Grupos militantes contrários à Índia atuam na região. Segundo o Paquistão, 57 mil pessoas morreram no terremoto de 8 de outubro e três milhões ficaram desabrigadas. Os helicópteros americanos fazem parte do enorme esforço internacional para levar ajuda à região antes do início do rigoroso inverno. Antes do incidente, o exército americano havia prometido manter os helicópteros na região durante o inverno e também havia pedido aos outros países que mantivessem sua ajuda. Um comandante americano no Centro de Assistência para o Desastre, o almirante Mike LeFever, disse: "Não vamos diminuir o apoio de nossos helicópteros. Este é um apoio de longo prazo. Vamos apoiar nossos amigos e esperamos que o resto da comunidade internacional faça o mesmo". A promessa foi ratificada depois do incidente. Setenta e oito mil e oitocentas pessoas ficaram feridas por causa do terremoto no Paquistão, e mais de dois terços das mortes ocorreram na região da Caxemira paquistanesa. Segundo a ONU, cerca de 800 mil pessoas permanecem desabrigadas. |
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