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Atualizado às: 31 de outubro, 2005 - 09h17 GMT (06h17 Brasília)
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Novo gabinete indica favorito para suceder Koizumi
Shinzo Abe
Shizno Abe é neto do ex-primeiro-ministro Nobusuke Kishi
O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, anunciou nesta segunda-feira que o líder conservador Shinzo Abe será o secretário-chefe de seu gabinete de governo.

Com a indicação, Abe se torna o principal porta-voz das políticas do governo e assume a condição de favorito para suceder Koizumi, se o premiê cumprir sua promessa de deixar a liderança de seu partido em setembro do ano que vem.

Outro conservador, o ex-ministro do Interior Taro Aso, foi nomeado para o cargo de ministro das Relações Exteriores.

Sadakazu Tanigaki, considerado um dos políticos com intenção de disputar a sucessão de Koizumi, foi mantido em seu posto no Ministério das Finanças.

Heizo Takenaka, uma figura-chave no Partido Liberal Democrata (PLD), de Koizumi, em suas propostas de reforma do sistema bancário e de privatização do serviço postal, foi indicado ministro das Reformas Postais, das Comunicações e de Assuntos Internos.

A mudança de gabinete ocorre após a vitória de Koizumi nas eleições legislativas do mês passado.

Sucessor em potencial

As nomeações para o novo gabinete eram esperadas como uma indicação das prioridades de Koizumi para o restante de seu período como líder, assim como a indicação de quem seria seu sucessor em potencial.

A nomeação de Abe, vice-secretário-geral do PLD, para o cargo de secretário-chefe de gabinete o torna efetivamente o braço-direito de Koizumi.

Abe, de 51 anos, é neto do ex-primeiro-ministro Nobusuke Kishi e é conhecido por ter adotado uma linha dura em relação à Coréia do Norte sobre a questão dos seqüestros de cidadãos japoneses durante os anos 1970 e 1980.

Abe também apoiou a controversa visita de Koizumi ao memorial de guerra de Yasukuni, visto pela China e pela Coréia do Sul como um símbolo do militarismo japonês na Segunda Guerra Mundial.

O novo ministro das Relações Exteriores, Taro Aso, também visitou o memorial, e sua indicação deve contrariar a China.

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