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Primeiro-ministro do Japão vai a templo polêmico | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro do Japão, Junichiro Koizumi, visitou um polêmico templo de guerra no centro de Tóquio, nesta segunda-feira, pela quinta vez desde que assumiu o cargo em 2001. O Templo de Guerra Yasukuni é visto pelos vizinhos do Japão como um símbolo do militarismo do país durante a 2ª Guerra Mundial. O Templo Yasukuni honra os 2,5 milhões de japoneses mortos na guerra e também os criminosos de guerra condenados pelo tribunal de guerra de 1948. O ministro do Exterior da Coréia do Sul, Ban Ki-moon afirmou que "estava profundamente decepcionado" com a visita de Koizumi ao templo. "Protestamos contra a visita ao Templo Yasukuni. Não é excessivo afirmar que as visitas do primeiro-ministro Koizumi ao templo têm sido a grande pedra no caminho das relações entre a Coréia do Sul e o Japão", disse o ministro do Exterior sul-coreano ao embaixador japonês em Seul, Oshima Shotaro, em frente aos jornalistas. Decisão em Osaka Koizumi, que estava vestindo um terno cinza, se inclinou e rezou no templo, rapidamente, antes de retornar ao seu carro, em meio à multidão presente. O primeiro-ministro não parou para conversar com o público ou com os muitos jornalistas que foram ao templo. A Justiça em Osaka decidiu, há duas semanas, que as visitas de Koizumi ao templo desrepeitam a constituição, pois representam desrepeito à separação entre estado e religião. A última visita de Koizumi ao templo ocorreu em janeiro de 2004 e, depois de sua recente reeleição, muitos esperavam uma nova visita. A visita do primeiro-ministro marca o início do festival de outono no templo. |
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