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EUA acusam Coréia do Norte de falsificar dólares | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os Estados Unidos acusaram formalmente a Coréia do Norte de falsificar milhões de dólares, em notas de alta qualidade, conhecidas como "supernotas". De acordo com a denúncia americana, sete homens, inclusive o presidente de um partido político irlandês, Sean Garland, distribuíram as notas de US$ 100 falsas. Os Estados Unidos querem agora a extradição do irlandês, que mora na Grã-Bretanha e nega todas as acusações. Já existia a suspeita de que a Coréia do Norte estava fabricando as chamadas supernotas, mas esta foi a primeira vez que os Estados Unidos deram mais detalhes sobre a alegação. "Autoridades do governo" Segundo a declaração do Departamento de Justiça americano, a acusação "descreve os esforços de Garland e de alguns de seus associados, entre dezembro de 1997 e julho de 2000, para obter notas falsificadas de fontes na Coréia do Norte, para transportá-las e para oferecê-las como verdadeiras ou tentar revendê-las na Grã-Bretanha e outros lugares". A declaração ainda afirma que "as falsificações de alta qualidade, que começaram a circular pelo mundo todo em ou cerca de 1989, foram feitas na República Democrática do Povo da Coréia (Coréia do Norte) sob a proteção do governo e transportadas para o mundo todo por cidadãos norte-coreanos". Segundo a declaração, Sean Garland é acusado de distribuir cerca de US$ 1 milhão das supernotas e de afirmar que estas falsificações viriam de uma fonte na Rússia. A acusação foi apresentada num momento em que os Estados Unidos realizam uma grande campanha contra o contrabando originado na Coréia do Norte. Em um relatório do Departamento de Estado americano, divulgado em 2004, os Estados Unidos acusam o governo da Coréia do Norte de patrocinar o tráfico de drogas. |
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