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Rice pede apoio de China, Rússia e Índia em sanções ao Irã | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, fez um apelo para que China, Rússia e Índia apóiem o plano dos Estados Unidos de impor sanções ao Irã por causa do programa nuclear do país. Em uma entrevista coletiva em Washington, Rice disse que o Irã precisa de uma "mensagem unificada" da comunidade internacional depois da reabertura da usina de Isfahan, onde é realizado o processo de conversão de urânio. "Todos nós dissemos que o próximo passo esperado será recorrer ao Conselho de Segurança da ONU", afirmou Rice. Tanto a China contra a Rússia poderiam usar seu poder de veto contra uma possível resolução no Conselho. 'Escolha razoável' Referindo-se que um relatório divulgado recentemente pela Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (AIEA), a secretária americana disse que o Irã não está conseguindo honrar os compromissos assumidos perante a comunidade internacional. "Acho que depois da publicação do relatório, está claro que o Irã não está cumprindo suas obrigações. Portanto, recorrer ao Conselho de Segurança parece ser uma escolha razoável", afirmou Rice. No mês passado, o Irã reabriu a usina de Isfahan, que estava lacrada, e retomou os trabalhos que haviam sido suspensos durante negociações com Grã-Bretanha, França e Alemanha. A União Européia ofereceu ao país um pacote de incentivos econômicos e de segurança em troca da não-retomada das atividades nucleares. Mas o Irã insistiu no que chamou de seu "direito" de dar continuidade a um programa nuclear com fins pacíficos, e as negociações falharam. Os Estados Unidos acreditam que o Irã está encobrindo um programa de desenvolvimento de armas nucleares. O relatório da AIEA afirma que algumas dúvidas sobre as atividades do Irã ainda estão sem resposta, apesar de uma intensa investigação. O governo iraniano disse que as informações no relatório têm motivação política, mas afirmou que vai continuar colaborando com a agência da ONU. |
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