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Violência marca cerimônias religiosas no Iraque | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A morte de mais de 600 pessoas nesta quarta-feira no Iraque durante um tumulto em Bagdá é o mais grave de uma série de incidentes que marcam as cerimônias religiosas no país. Essas cerimônias geralmente provocam a concentração de multidões, aumentando o temor das autoridades sobre a segurança desses eventos. Em março deste ano, 47 pessoas foram mortas e mais de cem ficaram feridas em um atentado a bomba suicida em um funeral xiita na cidade de Mosul, no norte do país. Em fevereiro, uma série de atentados contra muçulmanos xiitas em várias cidades do país deixou ao menos 30 pessoas mortas às vésperas das festividades de Ashura, a data mais importante do calendário religioso xiita. Em 2004, 271 pessoas já haviam sido mortas durante as festividades de Ashura em ataques nas cidades de Bagdá e Karbala. Os atentados durante essa comemoração xiita haviam marcado o dia mais sangrento até então, desde o início da guerra do Iraque. Em agosto de 2003, a explosão de um carro-bomba perto de uma mesquita em Najaf matou mais de 85 pessoas, incluindo um dos principais líderes xiitas do país, o aiatolá Mohammad Baqer al-Hakim. |
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