|
Proposta de Chávez de reatar parceria agrada os EUA | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo americano demonstrou satisfação nesta terça-feira com declarações do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, dizendo estar disposto a continuar a cooperar com os Estados Unidos no combate ao narcotráfico. Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado, afirmou que Washington vê com bons olhos um retorno ao que costumava ser uma forte colaboração entre a Venezuela e o DEA (agência antidrogas americana). Ele acrescentou que "há muito a fazer" no combate às drogas. Citou, por exemplo, a troca de informações sobre transporte áereo e marítimo ilegal, sobre a entrada de narcotraficantes em território venezuelano e sobre lavagem de dinheiro. Nas últimas semanas, Chávez suspendeu a cooperação com o DEA, acusando seus agentes de praticar espionagem para o governo do presidente George W. Bush. O líder venezuelano não disse se pretende voltar atrás nessa decisão. Oferta de ajuda Chávez – visto com forte desconfiança em Washington por seu discurso antiamericano e laços com rivais de Bush como Cuba e Irã – se dispôs a enviar ajuda às regiões afetadas pelo furacão Katrina. Ele declarou que poderia enviar combustível à região atingida, como a cidade de Nova Orleans, que ainda enfrenta enchentes. A Venezuela é o quarto maior fornecedor de petróleo aos Estados Unidos. O presidente da Venezuela expressou na segunda-feira o desejo de melhorar as relações de seu país com os Estados Unidos. As declarações foram feitas durante uma entrevista coletiva ao lado do reverendo americano Jesse Jackson, que foi a Caracas para tentar promover conciliação entre os dois governos rivais. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||