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Jesse Jackson oferece apoio a Hugo Chavez | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em visita à Venezuela neste domingo, o líder religioso e ativista de direitos humanos americano, Jesse Jackson, ofereceu seu apoio ao presidente do país, Hugo Chávez, na polêmica criada por um líder evangélico dos EUA. Pat Robertson sugeriu em um programa de TV na última segunda-feira que o presidente venezuelano fosse assassinado por agentes secretos americanos. Jackson exigiu que o governo americano tome providências contra Robertson e disse que as declarações deste seriam "imorais e ilegais". Ele pediu que as diferenças entre os dois países fossem resolvidas diplomaticamente. Crise Ainda na semana passada, Robertson se desculpou pelo que disse, afirmando se sentir 'frustrado' pelas acusações de Chavez à Washington. O departamento de Estado americano classificou seus comentários de "inapropriados". Membros do alto escalão do governo venezuelano, no entanto, afirmaram estar levando muito a sério as ameaças do líder evangélico e o próprio Chavez disse que, se algo acontecesse com ele, o responsável seria o presidente dos EUA, George W. Bush. As duas nações recentemente romperam a parceria no combate às drogas ilegais. Os Estados Unidos, entretanto, ainda compram petróleo venezuelano. A Venezuela é o quinto maior produtor de petróleo do mundo. |
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