|
Britânicos alertam para ataque na Arábia Saudita | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Grã-Bretanha anunciou nesta segunda-feira ter informações de que militantes estão na fase final de preparação de ataques na Arábia Saudita. “Há informações com credibilidade de que terroristas estão nos estágios finais do planejamento de ataques”, divulgou o Ministério do Exterior britânico em sua página da internet que dá assessoria a quem quer viajar para o exterior. Temores a respeito da segurança no país, maior exportador de petróleo do mundo, fizeram o petróleo passar a marca de US$ 63 por barril em Nova York – o preço mais alto já registrado. Mas o governo saudita disse que não tem nenhuma informação sobre ataques iminentes no território do país. Risco constante No website, o governo britânico diz que há um “constante risco de terrorismo na Arábia Saudita”. “Nós seguimos acreditando que terroristas estão planejando mais ataques, inclusive contra ocidentais e lugares associados com o Ocidente”, diz o texto. A Austrália também divulgou informações no mesmo sentido. Antes, os Estados Unidos já haviam anunciado o fechamento de seus escritórios diplomáticos em Riad, Jidá e Dhahran por dois dias por causa de uma suposta ameaça de ataques contra prédios do governo. Nervosismo O mercado internacional de petróleo já estava nervoso com a situação no país, especialmente após o anúncio do governo americano. O preço do barril de óleo cru que funciona de referência para o mercado chegou a US$ 63,60, caindo pouco depois para US$ 63,40. Antes, o preço jamais havia chegado a US$ 63. Em Londres, o barril do tipo Brent chegou a US$ 62,30, recuando em seguida para US$ 62,22, patamares também inéditos. Os investidores também estariam preocupados com os planos do novo governo saudita para o longo prazo e como eles afetariam o mercado mundial de petróleo. Segundo analistas, esse receio está aliado a outros fatores geopolíticos e à forte demanda em Estados Unidos, China e Índia. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||