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Barril de petróleo chega perto de US$ 63 na Ásia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O fechamento da Embaixada dos Estados Unidos e de outros prédios do governo americano na Arábia Saudita puxou a cotação do barril de petróleo cru leve, nesta segunda-feira, para o seu nível mais alto nos últimos 22 anos no mercado asiático. O produto foi negociado a US$ 62,69, mas acabou recuando para US$ 62,51 durante o pregão asiático. Em Londres, o contrato futuro do barril de petróleo do tipo Brent, para entrega em setembro, era negociado a US$ 61,50 - com uma alta de US$ 0,43 -, após ter batido o recorde de US$ 61,76. O contrato futuro com maior liquidez em Nova York, o barril de petróleo cru leve para entrega em setembro, chegou a atingir o recorde de US$ 62,90 no pregão eletrônico, mas voltou para o patamar de US$ 62,69. A Arábia Saudita é o maior exportador de petróleo cru do mundo. A preocupação em torno da segurança no país costuma ter efeito nas expectativas de vendas do produto. Ameaça Os Estados Unidos anunciaram o fechamento de seus escritórios diplomáticos em Riad, Jidá e Dhahran por dois dias por causa de uma suposta ameaça de ataques contra prédios do governo. O governo saudita, no entanto, disse que não tem nenhuma informação sobre uma ameaça feita especificamente contra alvos americanos. Além disso, embora o novo governante da Arábia Saudita tenha prometido que vai manter uma política de energia estável, os investidores estariam preocupados com seus os planos para o longo prazo e como eles afetariam o mercado mundial de petróleo. Segundo analistas, esse receio está aliado a outros fatores geopolíticos e à forte demanda em Estados Unidos, China e Índia. |
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