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Atualizado às: 16 de junho, 2005 - 17h22 GMT (14h22 Brasília)
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EUA apóiam expansão limitada do Conselho de Segurança
Reunião do Conselho de Segurança da ONU
EUA devem apresentar resolução com proposta na semana que vem
Os Estados Unidos deram seu apoio a uma expansão limitada do Conselho de Segurança da ONU e vão apresentar uma resolução sobre isso à Assembléia Geral da organização na semana que vem.

O subsecretário de Estado, Nicholas Burns, disse que os Estados Unidos devem apoiar a adição de pelo menos dois membros permanentes, incluindo o Japão, e dois ou três assentos não permanentes.

Mas ele afirmou que nenhum dos novos membros teria poder de veto, como têm os cinco membros permanentes - Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, China e Rússia.

Os Estados Unidos estabeleceram critérios para os novos membros: eles têm que ter um compromisso com a democracia e os direitos humanos; disposição para combater o terrorismo, além de ter capacidade militar para tomar parte em missões de paz.

O Brasil - além de Alemanha, Japão e Índia - está pleiteando um assento no Conselho de Segurança.

O Grupo dos Quatro (G-4), que reúne estes países, apresentou aos membros da ONU na semana passada uma nova versão de sua proposta de expansão do Conselho.

No novo texto do grupo, que incorpora uma sugestão da França, os membros do G-4 renunciam ao direito imediato de veto caso se elejam para o Conselho de Segurança.

Concessão

Ao renunciar ao direito de veto imediato, o G-4 fez uma concessão importante à França, que em troca se comprometeria a co-patrocinar a proposta de resolução na Assembléia Geral da ONU.

França é considerada hoje o maior aliado dos Grupo dos Quatro entre os membros permanentes do Conselho de Segurança.

Mas o grupo enfrenta a oposição da China, que se opõe abertamente à candidatura japonesa, e dos Estados Unidos, que por outro lado só garantiram seu apoio ao Japão.

O G-4 enfrenta também a oposição do grupo União para o Consenso, liderado por Paquistão, Itália, México e Argentina.

A nova proposta apresentada pelo G-4 acirra ainda mais suas diferenças com a União para o Consenso, que em vez da criação de seis vagas de novos membros permanentes para o CS, defende a criação de dez novos assentos para a instituição em caráter rotativo, não permanente.

O presidente da Assembléia Geral, Jean Ping, representante do Gabão, obteve um acordo entre o G-4 e a União pelo Consenso, para tentar resolver suas diferenças.

Segundo o entendimento, os dois grupos negociariam intensivamente até o próximo dia 21 de junho, a fim de obterem um modelo consensual de reforma do CS.

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