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Brasil lança campanha por cadeira na ONU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Brasil, Alemanha, Índia e Japão começaram a circular nas Nações Unidas um rascunho de resolução que propõe que os quatro países ganhem assentos permanentes no Conselho de Segurança da organização. O rascunho prevê ainda o aumento do número total de países no Conselho de 15 para 25 – atualmente há cinco membros permanentes, com direito a veto nas votações, e dez rotativos. Pela proposta do quarteto, o Conselho passaria a ter 11 membros fixos, que incluiriam, além, dos quatro proponentes, dois países africanos. O texto diz ainda que os novos membros permanentes assumiriam as mesmas reponsabilidades dos cinco atuais (Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Rússia e China). O projeto de reforma da ONU está em discussão há dez anos e é encampado pelo secretário-geral da entidade, Kofi Annan. O secretário defende uma expansão do órgão mais influente das Nações Unidas, mas ainda não está claro como essa expansão seria feita nem que países seriam favorecidos. O rascunho de resolução apresentado pelos quatro países diz que o Conselho, cuja composição foi definida no pós-guerra, deve "refletir melhor as realidades do mundo contemporâneo". O quarteto do qual o Brasil faz parte precisa não só do apoio de dois terços dos 191 países-membros da Assembléia-Geral da ONU, como do aval dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança. |
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