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Rice chega ao Chile e evita falar em disputa na OEA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, chegou ao Chile, na terceira etapa da sua viagem pela América Latina. Rice evitou declarar apoio a um candidato na disputa da secretaria-geral da OEA (Organização dos Estados Americanos), para a qual concorrem o ministro do Interior, Jose Miguel Insulza, e o chanceler mexicano, Luis Ernesto Derbez. Uma votação no último dia 11 terminou em empate e uma nova eleição deverá ser realizada na próxima segunda-feira. O voto é secreto, mas se acredita que os Estados Unidos tenham votado no mexicano. O Brasil apóia o candidato chileno. "Nossa tarefa deve ser falar, discutir como podemos progressar com base em uma forma de atuação que nos leve à unidade para poder trabalhar nesta tão importante organização", afirmou Rice, referindo-se à OEA. A secretária de Estado americana esteve antes no Brasil, primeira etapa da sua visita, e na Colômbia. Na sua visita a Santiago, Rice participa da Terceira Conferência Ministerial da Comunidade das Democracias, evento que contará com a participação de 31 países, incluindo o Brasil. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, viajou nesta quinta-feira para para a reunião na capital chilena. Segundo o Itamaraty, os objetivos da comunidade, criada em 2000, são promover os princípios democráticos, apoiar os processos de transição para a democracia e promover o fortalecimento de suas instituições. Do Chile, Amorim deverá ir para o Equador, como parte da missão da Comunidade Sul-Americana de Nações. Além do chanceler brasileiro, integram a missão os ministros do Exterior do Peru, Manuel Rodríguez Cuadros, e da Bolívia, Juan Ignacio Siles del Valle. |
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