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Bush pede para Senado deixar política e confirmar Bolton | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pediu ao Senado que "deixe a política de lado" e aprove a nomeação de John Bolton para o cargo de embaixador do país nas Nações Unidas. Bush disse que o atual subsecretário de Estado para Controle de Armas e Segurança Nacional é o "homem certo na hora certa" para a representar o país na ONU. Na terça-feira, a Comissão de Relações Exteriores do Senado americano adiou a a votação para confirmação de Bolton para a segunda semana de maio. O voto foi adiado para que os senadores tenham tempo de ouvir novos depoimentos sobre alegações de abuso de poder por parte de Bolton contra funcionários do governo. Conhecido por suas posições críticas em relação à ONU, o nomeado do presidente Bush também é acusado de má administração. A Casa Branca nega as acusações. Mais de uma semana O processo de confirmação começou no início da semana passada, com o depoimento de Bolton na segunda-feira. Ele foi duramente questionado pelos senadores democratas, não apenas por declarações que deu no passado, contrárias aos organismos internacionais, mas também sobre atos de abuso de poder que teria cometido durante sua carreira no governo. Bolton foi acusado de perseguir e forçar a demissão de funcionários que não concordaram com suas posições em política internacional. O republicano Richard Lugar, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, disse que o fato de o presidente Bush ter escolhido Bolton para o cargo era suficiente para que ele fosse aprovado. |
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