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Abbas defende Estado palestino 'o mais cedo possível' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, disse nesta quarta-feira em Bruxelas que deseja ver a criação de um Estado Palestino "o mais cedo possível". Abbas disse acreditar que Israel e os palestinos podem aproveitar de uma "nova era de paz e esperança" para encerrar o conflito no Oriente Médio. O desejo do líder palestino em lançar o quanto antes negociações sobre o status final dos territórios da Faixa de Gaza e da Cisjordânia foi apoiado pelo chefe da política externa da União Européia, Javier Solana. "De acordo com o 'roadmap' (plano de paz para a região), esse sonho deveria se realizar em 2005. Continuaremos a trabalhar para a sua realização o mais rápido possível", declarou Solana, após encontro com Abbas. "Quanto antes, melhor", acrescentou. Apoio financeiro A União Européia (UE) reafirmou o seu apoio político e econômico ao povo palestino e pediu o fim da violência na região. O presidente da Comissão Européia, José Manuel Durão Barroso, recebeu Abbas e disse que tanto Israel quanto os grupos terroristas precisam suspender seus ataques. Barroso afirmou que o bloco europeu expressou a Israel e aos Estados Unidos o seu descontentamento com medidas do Exército israelense que destruíram projetos patrocinados pela UE. Ele prometeu também mais de US$ 300 milhões em ajuda à Autoridade Palestina. As negociações em Bruxelas acontecem um dia após uma conferência internacional de apoio à administração palestina em Londres. Israel diz estar de acordo com o envolvimento internacional para facilitar o processo de paz, mas exige medidas concretas de Abbas para conter ataques de grupos militantes – na última sexta-feira, um atentado suicida do Jihad Islâmico matou cinco pessoas na entrada de uma discoteca em Tel Aviv. |
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