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Grupos de direitos humanos iniciam processo contra Rumsfeld | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dois grupos de direitos humanos dos Estados Unidos entraram com processo contra o secretário de Defesa do país, Donald Rumsfeld, em nome de oito homens que dizem ter sido torturados por militares americanos no Iraque e no Afeganistão. Os grupos, The American Civil Liberties Union e Human Rights First, disseram que Rumsfeld tem responsabilidade direta pela tortura, porque ele autorizou pessoalmente e depois não interrompeu os maus tratos aos prisioneiros. O Pentágono disse que estava estudando a ação, mas não fez qualquer comentário adicional. A ação alega que os homens, quatro afegãos e quatro iraquianos, foram submetidos a tratamento degradante, que incluiu espancamentos, execuções simuladas e humilhação sexual. Indenização O processo foi iniciado no tribunal federal de Chicago, porque Rumsfeld nasceu em Illinois. A ação pede uma indenização de valor não determinado e que seja estabelecido que Rumsfeld violou a Constituição americana e a Convenção de Genebra sobre tratamento de prisioneiros. A American Civil Liberties Union também entrou com processos em outros estados americanos contra o general Ricardo Sanchez, que foi comandante das forças americanas no Iraque, e contra o coronel Thomas Pappas e o general Janis Karpinski, que foram comandantes de Abu Ghraib. Segundo correspondentes, devem ser iniciadas muitas ações contra Rumsfeld e outros comandantes militares por causa da publicação, no ano passado, de fotografias mostrando os abusos cometidos na prisão de Abu Ghraib, no Iraque. |
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