 |  Os protestos contra a Síria cresceram no Líbano |
O governo do Líbano anunciou neste domingo a proibição de demonstrações públicas, o que deve impedir a realização de manifestações previstas para esta semana contra e a favor da presença de tropas sírias no país. O governo – que apoia a permanência das tropas sírias – anunciou que a proibição vale para todas as demonstrações, não importando a motivação. Desde o atentado que matou o ex-premiê Rafiq Hariri, há duas semanas, a polémica sobre a presença de tropas sírias no Líbano ganhou fôlego e gerou protestos contra e a favor. Hariri era um opositor da influência síria e defendia a retirada total dos quase 15 mil soldados do país vizinho que ainda estão em território libanês. Muitos partidários de Hariri acusam o governo da Síria de estar por trás do assassinato – o que as autoridades sírias negam veementemente. O Ministério do Interior divulgou uma nota na qual diz que pediu que as forças de segurança no país tomem todas as medidas necessárias para preservar a ordem. Entre os temores, está o medo de confronto entre partidários pró e contra a Síria.
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