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Atualizado às: 22 de fevereiro, 2005 - 18h12 GMT (15h12 Brasília)
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Venda de armas à China divide Bush e Chirac
Parada militar na China
Aumento do poderio militar chinês alarmou o Pentágono
A visita do presidente americano, George W. Bush, à Europa expôs divisões dos Estados Unidos e da União Européia sobre a proibição da venda de armas à China.

O presidente da França, Jacques Chirac, insistiu durante um encontro com seu colega americano nesta terça-feira que a proibição da venda "não se justifica mais" e reafirmou que a Europa e os Estados Unidos devem concordar com condições para a suspensão do embargo.

Bush,por sua vez, disse ter "grande preocupação" com planos europeus de suspender a proibição da venda de armas.

Durante a visita, Bush advertiu que a venda de armas à China "alteraria o equilíbrio" das relações China-Taiwan.

O presidente americano fez estas declarações depois de uma reunião de cúpula da Otan (Organização do Tratrado do Atlântico Norte), em Bruxelas, na Bélgica, que destacou a união da aliança.

"Há uma profunda preocupação no nosso país de que a transferência de armas será uma transferência de tecnologia à China", disse Bush.

Apesar de todas as ressalvas, Bush manifestou desejo de considerar a proposta européia de fazer as vendas com salvaguardas, embora a presidente americano também tenha dito que o Congresso americano pode não aceitar a idéia.

Embargo

A União Européia impôs uma proibição à exportação de equipamento militar à China em 1989, depois da repressão chinesa a ativistas pró-democracia na Praça da Paz Celestial.

A China vê Taiwan como uma província rebelde, que deve ser parte do resto do país à força, se necessário.

O repórter da BBC, Mark Gregory, disse que o Pentágono teme que, em algum momento, possa ser chamado a defender Taiwan de um ataque chinês.

A China tem o quinto maior orçamento do mundo para armamentos - embora o montante ainda seja muito menor do que o do orçamento militar americano.

A visita de Bush à França não expôs apenas divergências entre os dois país.

Em um sinal positivo para a Casa Branca, Chirac, um forte opositor da invasão ao Iraque liderada pelos Estados Unidos, disse que a França vai se unir à missão da Otan para treinar forças iraquianas.

"A Europa e os Estados Unidos são verdadeiros parceiros", disse ele na reunião de cúpula da Otan, pedindo maior diálogo.

Bush disse que a Otan é a "pedra fundamental" do relacionamento transatlântico.

Todos os 26 países-membros agora estão ajudando o governo iraquiano, disseram representantes da Otan.

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