|
ONU deve enviar investigadores ao Líbano | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, deve enviar um grupo de especialistas para o Líbano nos próximos dias para investigar o assassinato do ex-primeiro-ministro do país, Rafik Hariri. Na terça-feira, o Conselho de Segurança da ONU pediu a Annan um relatório urgente sobre as circunstâncias que envolvem o assassinato. O ministro do Interior do Líbano, Suleiman Franjieh, rejeitou os pedidos de uma investigação internacional. No entanto, especialistas suíços já foram contactados para auxiliar os investigadores libaneses. Analistas afirmam que o governo do país parece estar se preparando para um sério impasse com a comunidade internacional. 'Rebelião pacífica' O episódio renovou as críticas à presença militar da Síria no Líbano, mas o governo sírio nega qualquer envolvimento no assassinato de Hariri. Na sexta-feira, grupos de oposição no Líbano fizeram um apelo pelo que chamaram de “rebelião pacífica” pela independência e exigiram a renúncia do atual governo libanês, aliado da Síria. Em um manifesto, a oposição afirmou que as autoridades sírias e libanesas promovem políticas “criminosas” e “terroristas” e qualificou o atual governo do país de “ilegítimo”. O manifesto foi divulgado durante um encontro que reuniu cerca de um terço dos parlamentares libaneses. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||