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Israel permite volta de palestinos expulsos da Cisjordânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel vai permitir nesta sexta-feira o retorno à Cisjordânia de 16 palestinos deportados para a Faixa de Gaza durante os últimos quatro anos de intifada (levante). O ministro da Defesa israelense, Shaul Mofaz, disse ainda que 20 palestinos deportados de Belém para a Europa poderão voltar após Israel transferir o controle da cidade à Autoridade Palestina. As medidas – parte de esforços do governo de Ariel Sharon para relançar o processo de paz com a liderança palestina – acontecem pouco após o Exército do país ter recebido ordens para não demolir mais as casas de palestinos acusados de praticar atentados suicidas. Há cerca de dez dias, Sharon e o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, acertaram uma trégua durante uma reunião de cúpula no Egito. Prisioneiros Espera-se também que Israel liberte em breve cerca de 500 prisioneiros palestinos. Em contrapartida, a liderança palestina vem tentando conter os ataques de grupos militantes contra Israel. Cerca de 55 pessoas foram expulsas da Cisjordânia para a Faixa de Gaza nos últimos quatro anos. Outros 39 que se fecharam na Igreja da Natividade, em Belém, durante um cerco militar israelense em 2002 buscaram refúgio na Europa após terem sido deportados dos territórios palestinos. Belém deve voltar ao controle palestino nas próximas semanas. Autoridades de Israel, citadas pela agência de notícias France Presse, disseram que nenhum dos 20 exilados que serão autorizados a voltar a Belém participou de ataques contra cidadãos israelenses. |
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