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Israel aprova libertação de presos palestinos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo de Israel aprovou a libertação de cerca de 500 prisioneiros palestinos como parte do acordo de cessar-fogo firmado com a Autoridade Nacional Palestina na última terça-feira. Segundo a decisão do gabinete israelense, os detentos palestinos devem ser libertados já nos próximos dias. Uma lista com os nomes dos prisioneiros será colocada na internet para permitir a possibilidade de apelos públicos contra a soltura deles. O anúncio do governo israelense ocorre um dia após os grupos militantes palestinos Hamas e Jihad Islâmico terem declarado um "cessar-fogo informal" com os israelenses. Consulta Segundo os dois grupos, eles deverão consultar o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, antes de realizar qualquer ataque contra alvos israelenses. Abbas se reuniu com representantes do Hamas e do Jihad Islâmico neste sábado para pedir a adesão deles ao acordo de cessar-fogo. Um correspondente da BBC disse que é inédito o fato de o Hamas passar a discutir com a Autoridade Palestina qualquer aspecto de suas ações de retaliação. Segundo analistas, este seria um sinal do progresso de Abbas nas conversações com militantes palestinos. O Hamas realizou um ataque com mais de 50 mísseis e morteiros contra assentamentos judaicos, poucas horas depois do cessar-fogo anunciado por Abbas e o premiê israelense Ariel Sharon em Sharm el-Sheik, no Egito. Representantes do Hamas disseram temer que a libertação dos prisioneiros palestinos não seja feita da maneira abrangente, exigida pelo grupo. |
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