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Hamas e Jihad negam 'estarem ligados' a cessar-fogo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os grupos palestinos militantes Hamas e Jihad Islâmico disseram que não estão ligados ao acordo de cessar-fogo acertado, no Egito, entre os líderes israelense, Ariel Sharon, e palestino, Mahmoud Abbas. As duas organizações foram responsáveis pelos ataques a Israel nos últimos quatro anos, mas têm observado uma trégua. O Hamas afirmou que deveria ter sido consultado antes de qualquer anúncio. "Nós concordamos com Mahmoud Abbas que qualquer trégua a ser acertada deveria ser o resultado de um diálogo entre os palestinos", disse o representante do Hamas, Osama Hamdan, à agência de notícias Associated Press. "Consideramos que não há trégua e não há acordo para parar a resistência." O porta-voz do Jihad Islâmico, Mohammed al-Hindi, disse que o evento no Egito "não trouxe nada de novo". 'Completo' O ministro das Relações Exteriores palestino, Nabil Shaath, disse, no entanto, que o cessar-fogo seria "completo e abrangente". Espera-se que, em breve, Israel liberte centenas de prisioneiros palestinos e ceda o controle de algumas cidades na Cisjordânia. Há informações de que famílias poderão visitar prisioneiros palestinos em prisões israelenses e de centenas de trabalhadores palestinos também poderão voltar a Israel. Abbas fez questão de dizer que considera a trégua acertada no Egito um passo adiante no chamado "mapa da paz", o plano assinado em 2003 que prevê etapas progressivas dos dois lados até o estabelecimento, a longo prazo, de um Estado palestino e outro israelense. |
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