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Colômbia envia à Venezuela 'provas' de atuação das Farc | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Colômbia disse estar enviando à Venezuela provas de que integrantes da principal guerrilha marxista que enfrenta o governo de Bogotá passam com freqüência por território venezuelano. As autoridades colombianas afirmam ter ainda informações que indicam que os rebeldes das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) operam campos de treinamento no país vizinho. O vice-presidente da Venezuela, José Vicente Rangel, disse à BBC que o seu governo ainda não havia recebido esses documentos, mas que pretende agir imediatamente após recebê-los. "Sempre dissemos que a Venezuela é a principal interessada em qualquer informação que exista sobre acampamentos guerrilheiros e sobre terroristas, para que as Forças Armadas e a polícia possam atuar de imediato para erradicar essa presença", afirmou Rangel. Ele destacou que já houve, no passado, relatos falsos sobre atividades de guerrilheiros colombianos no país. Crise Bogotá e Caracas vivem uma crise diplomática em torno da captura do líder das Farc Carlos Granda em território venezuelano. A Venezuela alega violação do seu território nacional enquanto a Colômbia acusa o vizinho de dar abrigo a um "terrorista". Caracas retirou o seu embaixador de Bogotá e cortou algumas relações comerciais. O Brasil vem tentando ajudar a encerrar o impasse. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se ofereceu para "facilitar" uma solução para a crise diplomática num encontro na quarta-feira com o presidente colombiano, Álvaro Uribe. |
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