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Brasil se oferece para mediar crise entre Colômbia e Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo brasileiro se ofereceu a mediar a crise diplomática entre a Colômbia e a Venezuela. "O governo tem atuado de forma aberta em alguns casos preservados, no sentido de inibir situações de tensão, mas sempre quando solicitado", disse o assessor especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia. A Venezuela cortou relações comerciais com a Colômbia e os dois países vêm trocando acusações, desde que o líder das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) Rodrigo Granda foi capturado em território venezuelano. O presidente Hugo Chávez diz considerar o incidente uma violação da soberania nacional do país e exigiu um pedido de desculpas do governo colombiano. As autoridades colombianas, no entanto, se recusaram a se retratar. Bogotá alega que caçadores de recompensa já lhe entregaram o guerrilheiro em território colombiano, sem que houvesse nenhum envolvimento das suas forças de segurança na Venezuela. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem um encontro marcado com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, mas Garcia negou que a ocasião seja usada para discutir o que o governo já chama de "Caso Granda". "Será uma oportunidade para discutir assuntos de cooperação econômica", afirmou Garcia. |
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