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Colômbia admite ter pago por captura de rebelde na Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Colômbia admitiu que pagou caçadores de recompensa para obter informações sobre o paradeiro de um líder rebelde escondido na Venezuela. A admissão é feita em meio às pressões do governo venezuelano, que alegava que Rodrigo Granda, considerado uma espécie de embaixador das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), havia sido sequestrado. O governo colombiano manteve por três semanas a versão de que Granda havia sido preso na cidade de Cucuta, na fronteira com a Venezuela, no dia 14 de dezembro. Mas a posição de Bogotá ficou insustentável depois que o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ter registros de telefone celular indicando que o militante estava na Venezuela até o dia 13 de dezembro e foi levado ilegalmente para a Colômbia no dia seguinte. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, reconheceu nesta quinta-feira que Granda foi pego na Venezuela, mas negou ter violado a soberania nacional do vizinho. "Nós recebemos informações de Bogotá de pessoas, que não vamos identificar, que se ofereceram a trazê-los a nós e nos dar informações que poderiam levar à sua captura", disse Uribe, segundo a agência de notícias France Presse. |
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