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ONU alerta para o aumento da violência em Darfur | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A ONU, a Organização das Nações Unidas, lançou uma alerta chamando atenção para o rápido deterioramento das condições de segurança na região de Darfur, no Sudão. O documento divulgado pelo Conselho de Segurança da ONU e o secretário-geral da organização, Kofi Annan, pede a adoção de medidas urgentes para evitar uma iminente escalada da violência. A região de Darfur vem sendo palco de combates entre milícias árabes (janjaweeds) apoiadas pelo governo, e cristãos negros, que já deixaram um saldo de 70 mil mortos e mais de um milhão e meio de pessoas abandonaram suas casas. Kofi Annan responsabiliza tanto o governo do Sudão como os grupos rebeldes pela quebra do cessar-fogo realizado recentemente. Lamento O secretário-geral lamenta que os envolvidos no conflito não tenham seguido o exemplo de acordos de paz bem sucedidos entre o governo e grupos rebeldes no sul do país e na capital sudanesa. A ONU vem acompanhando passo-a-passo a evolução da situação em Darfur que era considerada, até o maremoto na Ásia no mês passado, como a pior crise humanitária do planeta. Annan ressaltou que os envolvidos no conflito devem ser incentivados, através de uma combinação de pressão e de garantia por parte de membros influentes da comunidade internacional, a procurar uma solução por meios pacíficos. O Conselho de Segurança ameaça impor sanções contra o Sudão se o governo não pôr fim a violência em Darfur. |
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