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Governo do Sudão assina acordo de paz com rebeldes do sul | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo do Sudão e os rebeldes no sul do país assinaram chegaram a um acordo a respeito dos elementos finais de um tratado de paz para por fim a uma das mais longas gerras civis da África. O presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, foi à cidade de Naivasha, no Quênia, para testemunhar a cerimônia junto com o presidente sudanês Omar al-Bashir. O acordo foi firmado depois de dois anos de negociações e a horas do fim do prazo dado pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que ele fosse firmado. Espera-se que esse acordo leve a um tratado de paz abrangente em janeiro. Darfur Em novembro, quando o governo sudanês e rebeldes do sul do país assinaram um documento em que prometiam o fechamento de um acordo de paz até o final de 2004, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, falou de suas esperanças para outra região do país, Darfur. Segundo Anna, um acordo no sul do Sudão vai ajudar a reverter a crise em Darfur, no oeste do país, onde milhares de refugiados tiveram que deixar suas casas devido a ataques de milícias. Em novembro, o compromisso de paz foi assinado pelo governo e um representante do grupo rebelde Movimento para Libertação do Povo do Sudão, no Quênia. A guerra civil começou no início de 2003 quando grupos rebeldes atacaram alvos do governo, acusando-o de negligenciar a região. Em resposta, o governo mobilizou "milícias de autodefesa" árabes, que são acusadas de cometer atrocidades. |
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