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Colômbia diz ter descoberto plano para matar Uribe | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A polícia da Colômbia disse ter confiscado no domingo em Cartagena pelo menos 150 quilos de explosivos que seriam utilizados num atentado contra o avião do presidente Álvaro Uribe. Segundo o coronel Mauricio Agudelo, comandante da polícia no departamento de Bolívar, o plano de assassinato seria obra do grupo guerrilheiro marxista Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Os explosivos foram encontrados numa casa situada perto da pista do aeroporto de Cartagena, ao norte da capital Bogotá. "O atentado seria feito contra o avião presidencial no momento da aterrissagem, durante a visita (de Uribe) à cidade de Cartagena", disse Agudelo. Também foi encontrado um plano com um desenho do avião presidencial e o lugar em que os explosivos deveriam ser detonados para atingir a aeronave. Além disso, a polícia descobriu documentos em que se descrevia a rotina de Uribe durante as suas freqüentes viagens a Cartagena, onde tem uma residência oficial. Suspeitos A polícia prendeu dois suspeitos, acusados de pertencer às Farc, em bairros nas proximidades do aeroporto. Eles foram identificados como Oscar Salinas Arrieta, dono da casa onde estavam os explosivos, e Árnel Márquez. A descoberta acontece três dias após a polícia de Bogotá ter informado que encontrou um carro-bomba que poderia ser usado pelas Farc num atentado contra Uribe. Em fevereiro de 2003, um atentado contra o presidente colombiano fracassou. Uma casa cheia de explosivos foi pelos ares horas antes do avião de Uribe pousar na cidade de Neiva. As Farc acusam Uribe de ser um neoliberal que apóia a "política imperialista dos Estados Unidos". |
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