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Irlandeses acusados de treinar Farc são condenados a 17 anos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Três irlandeses foram considerados culpados da acusação de prestar treinamento a guerrilhas de esquerda em ação na Colômbia e condenados a 17 anos de prisão. James Monaghan, Nial Connolly e Martin McCauley foram acusados pelo governo colombiano de serem membros do IRA, o Exército Republicano Irlandês. E também de treinar guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e viajar com documentos falsos. Os três estão presos desde 2001 na Colômbia. 'Provas falsas' Monaghan, Connolly e McCauley se declararam inocentes em relação às acusações. Os três disseram ter visitado a antiga zona desmilitarizada na Colômbia e ter conversado com membros das Farc para saber mais sobre o processo de paz entre o grupo e o governo do ex-presidente Andrés Pastrana, entre 1999 e 2002. Segundo eles, suas visitas à zona desmilitarizada foram como outras realizadas por membros de várias organizações e políticos durante as negociações de paz. Eles disseram que as acusações contra eles são todas “baseadas em provas fictícias apresentadas pelas embaixadas dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha para debilitar os processos de paz na Irlanda e na Colômbia”. |
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