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Colômbia liberta 23 guerrilheiros das Farc | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Colômbia concedeu indulto e libertou 23 guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) na quinta-feira. A decisão é uma tentativa de pressionar os rebeldes para que eles soltem reféns que estão em poder do grupo. O presidente do país, Alvaro Uribe, disse que os indultos não são uma evidência de que seu governo está se tornando mais conivente com os rebeldes. Mais de 60 políticos, militares e policiais estariam sob o poder das Farc, incluindo três americanos. No total, acredita-se que o grupo esteja sob o controle de mais de 1.600 reféns. Repercussão "Nós esperamos que esse ato faça com que as pessoas que injustamente foram seqüestradas sejam soltas em breve", disse Luis Carlos Restrepo, alto comissário para a paz. O secretário-geral em exercício da OEA (Organização dos Estados Americanos), Luigi Einaudi, disse que a organização vê essa medida como "um passo positivo e espera que possa dar lugar à libertação de todos aqueles que foram seqüestrados pelos diversos grupos que se armaram ilegalmente no país". O ministro do Interior da Colômbia, Sabas Pretel, disse esperar que os guerrilheiros "se reincorporem à vida civil". Os 23 presos que foram libertados eram acusados de rebelião. Em outubro, as Farc rejeitaram propostas do governo de trocar 59 reféns por 50 presos. |
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