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Reforma vai unificar trabalho de 15 agências | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma das medidas mais importantes aprovadas pela Câmara dos Representantes dos Estados Unidos na reforma dos serviços de inteligência do país é que uma única pessoa deverá responder pela coordenação do trabalho de 15 agências de espionagem oficial, que têm orçamento bilionário. Também será criada uma central nacional de combate ao terrorismo. Espiões poderão fazer escuta telefônica de suspeitos de terrorismo e melhorar a eficiência do controle de bagagem em fronteiras e aeroportos. Aproximadamente dois mil novos guardas de fronteira serão recrutados por ano durante os próximos cinco anos. Entrevistas Pela nova legislação, quase todos os estrangeiros que se inscreverem para obter um visto americano serão entrevistados pessoalmente.
O texto traz também um mecanismo para contolar eventuais abusos por parte do governo. É um painel de autoridades que terão acesso a todas as agências do governo para supervisionar a proteção da privacidade dos cidadãos. Se a lei for aprovada também pelo Senado, uma estratégia nacional de segurança deve ser colocada em prática, incluindo controle maior sobre passageiros de aviões. Dinheiro público irá financiar pesquisas para criar contêineres de bagagens resistentes a explosões. Conseguir uma licença para pilotar também pode se tornar mais difícil no país. Para aumentar o controle nas fronteiras, serão testados novos tipos de sensores e equipamentos de filmagem. A lei faz com que receber treinamento militar de organizações consideradas terroristas pelos Estados Unidos se transforme em uma ofensa capaz de justificar a deportação do país. Há, ainda, a previsão de mais recursos para o combate à lavagem de dinheiro. |
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