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Bush promete 'seguir buscando aliados dos EUA' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse nesta quinta-feira que, em seu segundo mandato, vai "continuar" a trabalhar junto com os aliados do país. Bush reafirmou seu compromisso de manter os Estados Unidos na "guerra contra o terrorismo" e disse que todo "país civilizado" tem motivos para participar do "conflito". "Quaisquer que sejam nossos desentendimentos no passado, compartilhamos um inimigo comum e temos deveres comuns de proteger nossos povos, enfrentar a doença, a fome e a pobreza em regiões do mundo que enfrentam problemas", disse o presidente reeleito. "Eu vou continuar a procurar nossos amigos e aliados, nossos parceiros na União Européia e na Otan, para derrotar os terroristas e encorajar a liberdade e a democracia como alternativas à tirania e ao terror." Arafat Bush também ressaltou a necessidade de os americanos se unirem para enfrentar os desafios que se apresentam ao país. "Estamos lutando uma guerra contra o terrorismo, e todo americano tem uma parte neste conflito", disse Bush. "Republicanos, democratas e independentes, todos amam nosso país, e juntos vamos proteger o povo americano. Vamos perseverar até que o inimigo seja derrotado." Durante a entrevista coletiva em que fez as declarações, Bush recebeu a informação, posteriormente negada, de que o presidente da Autoridade Palsetina, Yasser Arafat, havia morrido na França. "Deus abençoe a sua alma", disse o presidente americano. Ele também afirmou que um Oriente Médio em paz é muito importante para a paz mundial. |
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