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Atualizado às: 25 de novembro, 2004 - 23h37 GMT (21h37 Brasília)
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Laboratório suspeito é achado em Falluja
Fuzileiro naval americanos em falluja
Mortos na ofensiva em Falluja teriam sido mais de 2 mil, disse o governo do Iraque
O ministro iraquiano da Segurança Nacional, Qasem Daoud, anunciou nesta quinta-feira a descoberta de um laboratório na cidade de Falluja.

Segundo ele, no laboratório foi encontrada matéria-prima para a fabricação de explosivos e toxinas, além de instruções para cultivar a bactéria antraz - conhecida por seu potencial para uso em armas biológicas.

Apesar de não terem sido encontrados sinais de que o laboratório estava de fato sendo usado para a produção das armas biológicas ou químicas, autoridades americanas disseram que a descoberta mostra que havia a intenção de fazer isso.

Ainda nesta quinta-feira, as forças americanas anunciaram ter descoberto um arsenal “impressionante” de armas convencionais em Falluja, que poderia ser usado para armar insurgentes em todo o Iraque.

Zarqawi

O governo do Iraque divulgou a estimativa de que mais de 2 mil pessoas morreram na grande ofensiva realizada nas últimas semanas em Falluja, que era considerada uma das principais bases dos rebeldes que atuam no país.

De acordo com a correspondente da BBC em Bagdá Caroline Hawley, os americanos perderam mais de 50 soldados na operação, e outros centenas ficaram feridos.

Qasem Daoud também disse nesta quinta-feira que um aliado-chave do líder extremista islâmico Abu Musab Al-Zarqawi – que teria usado Falluja como base de operações até a recente ofensiva – foi preso na cidade de Mosul, no norte do Iraque.

Daoud não deu detalhes sobre a prisão, que teria ocorrido nesta semana.

Boicote

O cerco de Falluja, onde a maioria da população é muçulmana sunita, teria desagradado líderes sunitas do Iraque.

A agência de notícias Associated Press informou que alguns desses líderes estão pedindo à população que boicote as eleições, previstas para 31 de janeiro.

Um político iraquiano sunita, Adnan Pachachi, disse à Associated Press que um adiamento das eleições por três meses ou mais permitiria aos líderes iraquianos convencer os líderes sunitas a abandonar seus pedidos de boicote.

“Eu acho que não é do interesse de ninguém deixar vastos segmentos da população iraquiana alheios do processo político”, disse Pachachi.


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