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Bush salva guarda-costas de briga no Chile | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano George W. Bush resgatou um de seus guarda-costas de uma briga no encontro do Fórum de Cooperacao Econômica Ásia-Pacífico (Apec, na sigla em inglês), no Chile. O incidente, registrado por uma câmera, aconteceu quando a polícia chilena se recusou a deixar agentes de segurança americanos entrarem numa cerimônia oficial na noite de sábado. Bush dirigiu-se à confusão, retirou seu guarda-costas da briga, desamassou o paletó e voltou para onde estava. Pouco antes de um jantar oficial para os 21 chefes de Estado presentes ao encontro de cúpula, Bush e sua mulher, Laura, entravam no centro cultural Estación Mapocho, quando a polícia chilena fechou a entrada. Barrados Seis membros da equipe de segurança do presidente americano passaram a exigir acesso ao prédio. Bush, ouvindo o barulho, deu meia volta e interferiu. "O presidente é alguém que tende a delegar poderes, mas de vez em quando ele gosta de meter a mão na massa", disse um porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan. Horas mais tarde, o presidente chileno, Ricardo Lagos, cancelou um banquete depois que os Estados Unidos insistiram em usar um detector de metais na entrada do lugar. "O presidente Lagos considerou inaceitável que as mais altas autoridades no país e empresários de destaque fossem submetidos a revistas que são humilhantes", disse um assessor chileno ao jornal El Mercúrio. Bush também cometeu uma gafe, ao se referir, numa entrevista coletiva, a eleições iraquianas "programadas para 30 de junho", quando a data real é 30 de janeiro. |
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