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Otan concorda em ampliar papel no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os países-membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) concordaram nesta quarta-feira em ampliar o seu número de instrutores militares no Iraque. O órgão tem no momento cerca de 40 instrutores no Iraque – mas, após a decisão desta quarta-feira, decidiu enviar ao Iraque aproximadamente mais 300. A França e a Bélgica vinham apresentando objeções ao aumento do número de funcionários da Otan destacados para ajudar a treinar um novo exército iraquiano. Os dois países aceitaram a mudança depois de terem recebido garantias de que os novos instrutores não irão participar de operações de combate no Iraque. Ainda assim, França e Bélgica, além da Espanha e da Alemanha, não devem contribuir com pessoal para o projeto. Bush Os países da aliança militar concordaram em trabalhar pela criação, em território iraquiano, de uma grande academia militar. “Esta assistência (aos iraquianos) deve ser orientada no sentido de ajudar o governo do Iraque a desenvolver a capacidade de responder às necessidades de segurança do país”, disse o porta-voz da Otan à agência de notícias Reuters. A decisão da Otan se segue a um pedido feito pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, durante seu discurso à Assembléia Geral da ONU, nesta terça-feira. No seu discurso, Bush pediu que outros países se unam “para vencer a batalha de construir a democracia no Iraque”. De acordo com o analista de assuntos europeus da BBC William Horsley, a decisão da Otan é um importante passo para os Estados Unidos e seus aliados no Iraque, que há muito manifestam o desejo de ver uma maior participação da Otan na tarefa de pacificação e estabilização do país. |
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