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Conselho de segurança debate resolução sobre Darfur | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Países do Conselho de Segurança da ONU mostraram posições divergentes nesta quarta-feira durante o início das discussões sobre um esboço de resolução sobre o conflito em Darfur, no Sudão. A proposta, que tem o apoio dos Estados Unidos, prevê o envio de uma força de monitoramento à região, no oeste sudanês, para assegurar o fim da violência. A idéia de enviar a força recebeu o respaldo dos membros do Conselho, mas três deles – Argélia, Paquistão e China – manifestaram objeções quanto à inclusão, no documento, de possíveis sanções a serem aplicadas contra o Sudão se o país não colaborar com os esforços para levar paz à região. As discussões devem continuar nesta sexta-feira. Diplomatas americanos esperam que o documento seja votado na semana que vem. Prazo O rascunho da resolução americana diz que o Sudão não cumpriu com a resolução anterior, aprovada em julho, que pedia que a milícia Janjaweed fosse desarmada. Caso um segundo prazo não seja cumprido, sanções podem ser introduzidas "inclusive no setor de petróleo". O país produz cerca de 320 mil barris de petróleo por dia. A resolução também pede que o número de tropas africanas no país seja aumentado, que sejam feitos vôos internacionais sobre Darfur para monitorar o que está acontecendo e que o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, avalie se atos de genocídio foram cometidos. Nesta quinta-feira, o secretário de Estado americano, Colin Powell, disse que as mortes na região de Darfur constituem um genocídio. |
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