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Agências no Sudão retomam trabalhos humanitários | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Agências humanitárias retornaram a dois campos de refugiados em Chad, no Sudão, após terem suspenso seus trabalhos em função da violência na região de Darfur. Os dois campos abrigam cerca de 120 mil sudaneses que fugiram do conflito no oeste do país. Organizações, como a Oxfam, fornecem abrigo, alimentos, água e assistência médica às pessoas. Agentes humanitários que estavam nos campos de Farchana e Bredjing voltaram ao trabalho depois de quatro dias parados. No entanto, há receios de que alguns dos pequenos grupos de jovens que iniciaram a onda de violência ainda não tenham sido encontrados. Dois agentes foram feridos durante em um ataque com pedras. A tensão aumentou quando o Exército de Chad, na semana passada, abriu fogo, matando o suposto líder dos grupos e uma mulher refugiada que estava de pé ao lado dele. Acordo No sábado, a ONU anunciou que os dois principais grupos rebeldes de Darfur concordaram em participar de uma nova rodada de negociações de paz com o governo sudanês. A primeira rodada de negociações entre as facções rebeldes e o governo foram interrompidas devido à retirada de um dos grupos participantes, o Movimento pela Justiça e Igualdade. O grupo alegou que o governo do Sudão não cumpriu sua promessa de desarmar as milícias árabes, conhecidas como Janjaweed, acusadas de terem promovido assassinatos e estupros em massa em Darfur. O anúncio da retomada acontece um dia depois de o presidente americano, George W. Bush, ter feito um apelo para que o governo do Sudão tome medidas para conter a violência em Darfur e permita que agências humanitárias trabalhem no país. Os comentários seguiram a aprovação de uma resolução no Congresso dos Estados Unidos que qualifica a crise em Darfur como "genocídio". |
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